
João não é nobre, nasceu pobre.
João não tem grilhões, tem crachá;
João acorda cedo, antes do Sol raiar...
Não come nada e vai trabalhar;
João não vive, sobrevive.
João não descansa, já se acostumou à dança;
João quer respirar, mas não pode parar...
Se não o bebê vai chorar;
João queria ser artista, jogador, médico ou doutor,
Mas não passa de um simples trabalhador;
João vê o mar, mas não sente o frescor no ar.
Já se esqueceu o brilho de um luar;
João não dorme, morre.
Porém é inteligente, corajoso, criativo,
Mas não tem oportunidade de ser ativo;
E João não pode parar, se não o bebê vai chorar...
Assim viveu João, e agora parou, agora dormiu.
João poderia ter sido alguém, mas a vida fez dele um "João Ninguém".
João não tem grilhões, tem crachá;
João acorda cedo, antes do Sol raiar...
Não come nada e vai trabalhar;
João não vive, sobrevive.
João não descansa, já se acostumou à dança;
João quer respirar, mas não pode parar...
Se não o bebê vai chorar;
João queria ser artista, jogador, médico ou doutor,
Mas não passa de um simples trabalhador;
João vê o mar, mas não sente o frescor no ar.
Já se esqueceu o brilho de um luar;
João não dorme, morre.
Porém é inteligente, corajoso, criativo,
Mas não tem oportunidade de ser ativo;
E João não pode parar, se não o bebê vai chorar...
Assim viveu João, e agora parou, agora dormiu.
João poderia ter sido alguém, mas a vida fez dele um "João Ninguém".